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	<title>Arquivo de Aneurisma cerebral - Instituto Neuron</title>
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	<description>Tratamento de Aneurisma Cerebral</description>
	<lastBuildDate>Sun, 17 Aug 2025 14:50:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Aneurisma cerebral - Instituto Neuron</title>
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		<title>As principais recomendações de acompanhamento para um aneurisma não roto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ocneuron]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aneurisma cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[aneurisma não roto]]></category>
		<category><![CDATA[hemorragia subaracnoide]]></category>
		<category><![CDATA[neurorradiologista intervencionista]]></category>
		<category><![CDATA[ruptura de aneurisma]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento endovascular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferente do que acontece com um aneurisma roto, que representa uma emergência médica, a descoberta de um aneurisma não rompido permite uma abordagem mais planejada. Em tal cenário, o neurorradiologista intervencionista analisa criteriosamente fatores como tamanho, localização e formato do aneurisma, bem como a idade do paciente e suas condições gerais de saúde. No fim, &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="" href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/aneurisma-nao-roto/"> <span class="screen-reader-text">As principais recomendações de acompanhamento para um aneurisma não roto</span> Leia mais &#187;</a></p>
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<p>Diferente do que acontece com um aneurisma roto, que representa uma emergência médica, a descoberta de um aneurisma não rompido permite uma abordagem mais planejada.</p>



<p>Em tal cenário, o neurorradiologista intervencionista analisa criteriosamente fatores como tamanho, localização e formato do aneurisma, bem como a idade do paciente e suas condições gerais de saúde.</p>



<p>No fim, essa soma de aspectos fundamentais garante a melhor decisão sobre a necessidade de acompanhamento regular, sempre considerando a estabilidade da alteração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como um aneurisma não rompido é identificado</h2>



<p>Parte significativa dos aneurismas não rompidos (ou não rotos, como também são chamados) permanece silenciosa por anos, sem causar sintomas específicos ou perceptíveis.</p>



<p>Sua descoberta costuma ser incidental, ou seja, durante exames realizados por outros motivos médicos diversos.</p>



<p>Na maioria dos casos, são assintomáticos. Ainda assim, algumas situações comuns que levam à identificação incluem investigações de dores de cabeça persistentes, vertigens, problemas de visão ou outros sintomas neurológicos variados.</p>



<p>Por consequência, os exames de imagem mais utilizados para o diagnóstico incluem: angiotomografia computadorizada, angiorressonância magnética e, em casos específicos, angiografia cerebral convencional. Cada um desses métodos oferece informações complementares valiosas sobre a anatomia vascular e as características detalhadas do aneurisma não rompido.</p>



<p>É importante compreender que nem todos os aneurismas evoluem necessariamente para ruptura. Dados disponíveis nas diretrizes de manejo de aneurismas não rompidos publicados pela <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STR.0000000000000070" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Associação Norte-Americana do Coração e pela Associação Norte-Americana do AVC </u></a>mostram que dilatação aneurismática é encontrada em mais de 3% da população adulta mundial.</p>



<p>Desse total, a expectativa é de que 1 a cada 200 ou 400 casos evoluam para uma ruptura, o que provoca uma hemorragia subaracnóide potencialmente grave.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/trombectomia-avc-isquemico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Os avanços da trombectomia no tratamento do AVC isquêmico</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Abordagens mais utilizadas no tratamento desse tipo de aneurisma</h2>



<p>Assim sendo, a decisão entre manter a observação clínica cuidadosa e promover uma intervenção no aneurisma não rompido baseia-se na avaliação criteriosa da chance de ruptura em relação aos riscos do procedimento utilizado para <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/aneurisma-oftalmico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>tratar o aneurisma.</u></a></p>



<p>Os médicos especialistas contam com escalas e escores utilizados com o propósito de dimensionar inicialmente essa relação a partir de dados objetivos do paciente.</p>



<p>Um dos mais adotados é o<a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STROKEAHA.114.008198?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed"><u> PHASES</u></a>. A denominação vem de um acrônimo em inglês composto pelos seguintes elementos fundamentais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>População (etnia, por exemplo).</li>



<li>Hipertensão arterial.</li>



<li>Idade.</li>



<li>Tamanho do aneurisma.</li>



<li>História prévia de hemorragia subaracnoide por outro aneurisma.</li>



<li>Localização específica do aneurisma.</li>
</ul>



<p>O escore não considera isso, mas entram também na avaliação fatores como histórico de tabagismo e dinâmica de crescimento do aneurisma não rompido.</p>



<p>Para aneurismas de baixo risco, o devido acompanhamento especializado tende a ser a melhor estratégia terapêutica.</p>



<p>Nestes casos, é possível concentrar esforços em paralelo no controle rigoroso dos fatores de risco modificáveis e na realização de exames periódicos regulares. São solicitados novos testes em intervalos que variam de seis meses a um ano, dependendo das características individuais.</p>



<p>Quando há indicação de intervenção no curso do aneurisma não rompido, as<a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamento-da-ateromatose-carotidea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> técnicas endovasculares</u></a> são a primeira escolha na maioria dos casos. Elas são as menos invasivas e garantem maior segurança.</p>



<p>A embolização com molas de platina é frequentemente utilizada. Ela é realizada através de um pequeno cateter inserido pela artéria do braço ou virilha, dispensando a abertura do crânio. Existem outras opções disponíveis, como stents redirecionadores de fluxo e técnicas assistidas por balão.</p>



<p>Embora menos empregada atualmente, a cirurgia aberta com clipagem continua sendo necessária em situações específicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outros cuidados favoráveis no acompanhamento da condição</h2>



<p>Se houver a opção pela observação clínica, o manejo de um aneurisma não rompido vai além do acompanhamento médico regular.</p>



<p>Como mencionado de maneira breve anteriormente, a estratégia envolve mudanças importantes no estilo de vida que podem reduzir o risco de complicações futuras. Os principais cuidados com esse objetivo incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>controle rigoroso da pressão arterial</strong>, uma vez que a hipertensão contribui diretamente para o crescimento e a ruptura de aneurismas não rompidos.</li>



<li><strong>redução do consumo de bebidas alcoólicas e interrupção do tabagismo</strong>, que danifica progressivamente as paredes dos vasos sanguíneos e também aumenta significativamente o risco de ruptura.</li>



<li><strong>exercícios físicos regulares</strong>, que contribuem efetivamente para o controle da pressão arterial e outros parâmetros importantes de saúde, sempre com a orientação profissional especializada.</li>



<li><strong>alimentação equilibrada, </strong>igualmente essencial para o controle adequado da pressão arterial e manutenção da saúde vascular.</li>
</ul>



<p>Por fim, a comunicação imediata aos profissionais de saúde sobre qualquer sintoma novo (como dores de cabeça súbitas e intensas, alterações visuais ou motoras) é absolutamente indispensável. Esses sinais podem indicar uma eventual ruptura, tornando a busca por suporte especializado algo urgente e imediato.</p>



<p>O diagnóstico de um aneurisma não rompido, embora cause preocupação inicial, permite o manejo correto e as medidas preventivas apropriadas. Com isso, é possível manter uma boa qualidade de vida, reduzindo significativamente os riscos associados a essa condição neurovascular.</p>



<p>Se você quer saber mais sobre as <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamentos-endovasculares-aneurisma-cerebral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>abordagens endovasculares nos tratamentos para aneurisma cerebral, acesse esse conteúdo já publicado por aqui.</u></a></p>



<p><strong><em>Referências</em></strong></p>



<p>Guidelines for the Management of Patients With Unruptured Intracranial Aneurysms: A Guideline for Healthcare Professionals From the American Heart Association/American Stroke Association<br><a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STR.0000000000000070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STR.0000000000000070</a></p>



<p>PHASES Score for Prediction of Intracranial Aneurysm Growth<br><a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STROKEAHA.114.008198?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STROKEAHA.114.008198?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed</a></p>
<p>O post <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/aneurisma-nao-roto/">As principais recomendações de acompanhamento para um aneurisma não roto</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral">Instituto Neuron</a>.</p>
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		<title>O que é e como tratar um aneurisma oftálmico gigante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ocneuron]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 15:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aneurisma cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Aneusrima]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[cerébro]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmico gigante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aneurisma oftálmico é uma condição neurovascular que se desenvolve na artéria oftálmica, um segmento da artéria carótida responsável pela irrigação sanguínea do olho e arredores. Essa alteração pode causar sintomas visuais significativos e, quando atinge determinadas proporções, requer atenção médica especializada imediata. Nesses casos, os aneurismas se formam quando há um enfraquecimento na parede &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O aneurisma oftálmico é uma condição neurovascular que se desenvolve na artéria oftálmica, um <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamento-da-ateromatose-carotidea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segmento da artéria carótida</a> responsável pela irrigação sanguínea do olho e arredores. <strong>Essa alteração pode causar sintomas visuais significativos e, quando atinge determinadas proporções, requer atenção médica especializada imediata.</strong></p>



<p>Nesses casos, os aneurismas se formam quando há um enfraquecimento na parede da artéria do segmento oftálmico. Assim, esse ponto de fragilidade se expande gradualmente, <strong>criando uma dilatação anormal (que forma uma &#8220;bolsa&#8221; de sangue) que pode crescer ao longo do tempo</strong>, até se romper e provocar uma hemorragia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais características de um aneurisma oftálmico gigante</h2>



<p>Na prática, um aneurisma oftálmico gigante tem características anatômicas particulares que o distinguem de outros tipos de aneurismas cerebrais.</p>



<p>Sua localização estratégica próxima ao nervo óptico (que conduz o “sinal” do olho até o cérebro) faz com que mesmo pequenos aumentos de tamanho possam gerar sintomas perceptíveis. <strong>Quando a dilatação do ponto de fragilidade ultrapassa 25 milímetros de diâmetro</strong> é classificada como um aneurisma oftálmico gigante.</p>



<p>Além disso, diferentemente de outros aneurismas cerebrais que podem permanecer silenciosos por anos, <strong>o aneurisma oftálmico tende a manifestar sintomas mais precocemente devido a interferências nos mecanismos responsáveis pelo funcionamento da visão</strong>.</p>



<p>Em suma, o crescimento progressivo dessa alteração vascular pode exercer pressão sobre o nervo óptico, os músculos extraoculares e outras regiões importantes para a função visual. Esse desequilíbrio é responsável pela maioria dos sintomas que os pacientes experimentam.</p>



<p>De acordo com dados publicados no <a href="https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(18)31219-0/abstract" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Journal of Clinical Neuroscience</a>, esse tipo de manifestação como um todo (independentemente do tamanho) é <strong>responsável por entre 1% e 9% das alterações encontradas em pacientes com o diagnóstico de uma ruptura de aneurisma.</strong></p>



<p>A hipertensão arterial não controlada é uma das principais causas, pois o aumento da pressão sanguínea enfraquece progressivamente as paredes das artérias. Fatores genéticos também desempenham papel importante, especialmente em pacientes com histórico familiar.</p>



<p>O tabagismo, o envelhecimento natural dos vasos sanguíneos e certas condições que afetam a integridade do tecido de vasos, veias e artérias, também podem contribuir para a formação dessa disfunção neurovascular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sinais mais comuns dessa alteração neurovascular</h2>



<p>Os sintomas do aneurisma oftálmico podem se desenvolver gradualmente, <strong>iniciando com alterações visuais sutis que progressivamente se tornam mais evidentes</strong>. A perda visual é frequentemente o primeiro sinal, podendo afetar a acuidade visual (ou seja, o quanto se consegue enxergar) e o campo de visão.</p>



<p>Muitos pacientes relatam visão embaçada ou redução da nitidez visual no olho afetado. Essa diminuição da capacidade visual torna-se mais constante com o crescimento do aneurisma.&nbsp; Veja, a seguir, outros sintomas comuns.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dores de cabeça localizadas na região frontal ou na região dos olhos.</li>



<li>Pressão atrás dos olhos.</li>



<li>Redução na movimentação do globo ocular.</li>



<li>Visão dupla.</li>



<li>Dificuldade para focar em objetos próximos ou distantes.</li>
</ul>



<p><strong>A persistência e a progressão desses sinais representam uma urgência médica</strong>. Portanto, o atendimento deve ser procurado o mais rápido possível para que seja possível distinguir a causa dessas disfunções.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/malformacao-arteriovenosa-cerebral-mav/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que você precisa saber sobre a malformação arteriovenosa cerebral</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O diagnóstico e o tratamento de um aneurisma oftálmico</h2>



<p>O diagnóstico preciso do aneurisma oftálmico requer uma avaliação detalhada, sobretudo a partir de exames de imagem.  A&nbsp;angioressonância magnética<ins>,</ins> a&nbsp; angiotomografia computadorizada de crânio e a angiografia cerebral são exemplos de ferramentas fundamentais para caracterizar a <strong>localização, tamanho e a interferência sobre as regiões mais próximas.</strong></p>



<p>As imagens obtidas permitem que o especialista avalie com precisão a anatomia vascular e as características específicas do aneurisma oftálmico. Tais informações também contribuem para que seja traçada a melhor estratégia de tratamento para cada caso.</p>



<p><strong>O tratamento endovascular representa uma abordagem pertinente para a maioria dos episódios. </strong>Com o uso de técnicas minimamente invasivas, é possível acessar a circulação cerebral através de um pequeno orifício na artéria do braço ou da virilha, dispensando a necessidade de cirurgia aberta do crânio.</p>



<p>Durante o procedimento endovascular, diferentes dispositivos podem ser utilizados conforme as características específicas do aneurisma.</p>



<p>As molas de platina são frequentemente empregadas para promover a oclusão do aneurisma, isolando-o da circulação normal. Em casos mais complexos, stents redirecionadores de fluxo podem ser necessários para desviar o fluxo sanguíneo e promover a cicatrização gradual do aneurisma.</p>



<p>A <strong>recuperação após o tratamento endovascular é geralmente mais rápida que a cirurgia convencional</strong>, com a maioria dos pacientes permanecendo hospitalizados por poucos dias para monitoramento.</p>



<p>O <strong>risco de complicações também é menor em comparação às cirurgias convencionais</strong>. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para avaliar a recuperação da função visual e detectar possíveis intercorrências.</p>



<p>O prognóstico visual depende principalmente do tempo de evolução dos sintomas antes do tratamento. Intervenções precoces tendem a apresentar resultados mais positivos na preservação ou recuperação da função visual, destacando a importância do diagnóstico e tratamento ágil do aneurisma oftálmico, inclusive quando ele é gigante.</p>



<p>Aproveite e confira mais informações sobre <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamentos-endovasculares-aneurisma-cerebral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as abordagens endovasculares nos tratamentos de aneurismas cerebrais.</a></p>



<div class="wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-f087228e"><h2 class="uagb-heading-text"><strong>Referências</strong></h2></div>



<p>Comparative Efficacy of Endovascular Therapy and Microsurgery in Treating Ophthalmic Artery Aneurysms: A Systematic Review and Meta-Analysis<br><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1878875024019776" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1878875024019776</a></p>



<p>Manifestações oftalmológicas em paciente com aneurisma gigante de carótida interna<br><a href="https://www.scielo.br/j/rbof/a/85rgp7Pf38vQ84s4dYt4Qhw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.scielo.br/j/rbof/a/85rgp7Pf38vQ84s4dYt4Qhw</a></p>



<p>Giant cerebral aneurysm<br><a href="https://radiopaedia.org/articles/giant-cerebral-aneurysm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://radiopaedia.org/articles/giant-cerebral-aneurysm</a></p>



<p>Aneurisma do segmento oftálmico da artéria carótida interna: características clínicas, angiográficas e resultados do tratamento endovascular<br><a href="https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8199/1/arquivo2817_1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8199/1/arquivo2817_1.pdf</a></p>



<p>Predictors for ophthalmic segment aneurysms recanalization after coiling and flow diverter embolization in 6- and 12-month follow-up<br><a href="https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(18)31219-0/abstract" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(18)31219-0/abstract</a></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



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<p></p>
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		<item>
		<title>Entenda as abordagens endovasculares nos tratamentos para aneurisma cerebral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ocneuron]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aneurisma cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[aneurisma]]></category>
		<category><![CDATA[embolização]]></category>
		<category><![CDATA[hemorragia cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[neurorradiologia intervencionista]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento de aneurisma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O progresso dos tratamentos para aneurisma cerebral coloca nas mãos dos especialistas (em especial dos neurorradiologistas intervencionistas) opções de intervenções endovasculares que dispensam a necessidade de realização de uma cirurgia aberta do crânio. Na prática, essas técnicas utilizam instrumentos (cateteres) guiados por imagem que penetram na artéria que está alojando o aneurisma. A partir disso, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O progresso dos tratamentos para aneurisma cerebral coloca nas mãos dos especialistas (em especial dos neurorradiologistas intervencionistas) opções de intervenções endovasculares que <strong>dispensam a necessidade de realização de uma cirurgia aberta do crânio</strong>.</p>



<p>Na prática, essas técnicas utilizam instrumentos (cateteres) guiados por imagem que penetram na artéria que está alojando o aneurisma. A partir disso, recursos como molas, balões, <em>stents</em> e redirecionadores de fluxo podem ser utilizados para excluir a dilatação aneurismática, conforme avaliação prévia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os pontos-chave sobre a evolução de um aneurisma cerebral</h2>



<p>Antes de abordar em mais detalhes os tratamentos endovasculares, vale a pena dar um passo atrás para traçar as principais características dos aneurismas que se desenvolvem dentro do crânio.</p>



<p>Em linhas gerais, <strong>eles se formam mediante a presença de um ponto de fragilidade de uma artéria que irriga o cérebro</strong>. Assim, há uma expansão nessa região, fazendo com que se forme uma espécie de &#8220;bolsa&#8221;, que acumula sangue.</p>



<p>É comum que os aneurismas permaneçam assintomáticos por longos períodos. Nesses casos, eles são encontrados apenas de maneira incidental em exames de rotina.</p>



<p>Contudo, <strong>com o tempo, o acúmulo de sangue aumenta a pressão intra-aneurismática e, perante o tecido vascular já danificado, há um rompimento</strong>. Isso causa sangramento cerebral e deve ser encarado como uma emergência médica.</p>



<p>De acordo com dados reunidos pela Sociedade Brasileira de AVC, acidentes hemorrágicos devido a rupturas de aneurismas <a href="https://avc.org.br/pacientes/aneurisma-cerebral/#:~:text=Dados%20cient%C3%ADficos%20descrevem%20uma%20taxa,casos%20a%20cada%20100.000%20pessoas." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>atingem entre oito e dez pessoas a cada grupo de 100 mil indivíduos.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As aplicações de técnicas endovasculares no tratamento de um aneurisma</h2>



<p>O início do uso de abordagens endovasculares em aneurismas rotos (ou seja, rompidos) data de meados dos anos 1970. Desde então, as ferramentas disponíveis vêm evoluindo, o que acaba fazendo dessa opção a primeira escolha na maioria dos quadros.</p>



<p>Isso, claro, deve considerar a avaliação do profissional responsável pelo acompanhamento, que analisa as particularidades de cada circunstância.</p>



<p>De qualquer maneira, diferente da cirurgia aberta, a incisão para a embolização de um aneurisma é mínima: <strong>a artéria necessária é alcançada através de um pequeno furo no punho ou na virilha</strong>. Ele é suficiente apenas para a inserção do cateter que guia o procedimento.</p>



<p>O utensílio é utilizado primeiro para a inserção de um contraste na corrente sanguínea, facilitando a visualização de veias e artérias. Em seguida, a oclusão (ou seja, o fechamento) da região em que o acúmulo de sangue ocorre pode ser feita com a aplicação de dispositivos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Molas:</strong> que são feitas de platina em tamanho bastante reduzido e introduzidas para isolar o aneurisma da circulação sanguínea. É uma técnica utilizada geralmente em aneurismas de colo estreito.</li>



<li><strong>Balão e molas</strong>: em que um microbalão é temporariamente inflado na artéria principal durante a inserção das molas, evitando que elas se desloquem para fora da região tratada.</li>



<li><em><strong>Stents</strong></em><strong> e molas</strong>: em que o item metálico é posicionado na artéria principal como suporte, permitindo a inserção das micromolas no interior do aneurisma, evitando que elas saiam do interior aneurismático.</li>



<li><em><strong>Stents:</strong></em> redirecionadores de fluxo, que utilizam malhas densas para desviar a rota sanguínea para longe do aneurisma, sobretudo se ele tiver uma grande extensão ou localização complexa.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Os possíveis riscos desse procedimento</h3>



<p>Quase sempre, a embolização endovascular do aneurisma cerebral é uma forma de tratamento segura. Mas como em qualquer outro tipo de intervenção, é preciso considerar eventuais intercorrências.</p>



<p>Nessas circunstâncias, <strong>o principal deles reside no risco de ruptura do aneurisma por conta da sua manipulação.</strong></p>



<p>Por mais que todos os cuidados sejam tomados, a área é frágil e sujeita a tal comprometimento. Segundo a <a href="https://www.aans.org/patients/conditions-treatments/cerebral-aneurysm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Associação Norte-Americana de Cirurgiões Neurológicos</u></a>, isso acontece em 2% ou 3% dos casos, embora o número não seja muito bem documentado.</p>



<p>Eventualmente, <strong>coágulos também podem se formar</strong>, elevando o risco de um acidente vascular isquêmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As perspectivas de prognóstico depois da intervenção</h2>



<p>Depois da inserção dos materiais responsáveis pela contenção do aneurisma, o paciente atendido precisa permanecer sob observação em ambiente hospitalar. <strong>O tempo necessário de recuperação até a alta hospitalar, em pacientes sem complicações, exige alguns poucos dias de internação.</strong></p>



<p>Além do monitoramento da evolução da recuperação (inclusive do local da incisão), nesse meio tempo há a introdução, em alguns casos, da medicação necessária para &#8220;afinar&#8221; o sangue e facilitar a circulação.</p>



<p>Antes de ir embora para casa, o <strong>médico responsável pelo tratamento do aneurisma cerebral também repassa alguns cuidados básicos para prevenir contratempos</strong>. Eles envolvem a necessidade de repouso, a restrição de esforços físicos e os cuidados com a alimentação e a hidratação, bem como a manutenção de toda medicação prescrita.</p>



<p>Quer saber mais sobre a atuação do neurorradiologista intervencionista no manejo de aneurismas? Então<a href="https://www.instagram.com/dr.fabriciobuchdid/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> siga meu perfil no Instagram </u></a>e confira as novidades por lá.</p>



<p>Leia também sobre os <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/trombectomia-avc-isquemico/">avanços da trombectomia no tratamento do AVC isquêmico aqui.</a></p>



<p><strong><em>Referências</em></strong></p>



<p>Endovascular Treatment of Intracranial Aneurysms: Current Status<br><a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/strokeaha.113.000733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/strokeaha.113.000733</u></a></p>



<p>Cerebral aneurysm treatment: modern neurovascular techniques.<br><a href="https://svn.bmj.com/content/svnbmj/1/3/93.full.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://svn.bmj.com/content/svnbmj/1/3/93.full.pdf</a></p>



<p>Cerebral Aneurysm (American Association of Neurological Surgeons)<br><a href="https://svn.bmj.com/content/svnbmj/1/3/93.full.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://svn.bmj.com/content/svnbmj/1/3/93.full.pdf</a></p>



<p>Intracranial Vascular Treatments (American College of Radiology)<br><a href="https://www.radiologyinfo.org/en/info/IntracranialVasc#1b1c282652ac490b8eb894025c2fdc61" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.radiologyinfo.org/en/info/IntracranialVasc#1b1c282652ac490b8eb894025c2fdc61</a></p>
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