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	<title>Arquivo de Ateromatose - Instituto Neuron</title>
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	<description>Tratamento de Aneurisma Cerebral</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 May 2025 12:59:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Ateromatose - Instituto Neuron</title>
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		<title>A abordagem endovascular no tratamento da ateromatose carotídea</title>
		<link>https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamento-da-ateromatose-carotidea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ocneuron]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ateromatose]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral isquêmico]]></category>
		<category><![CDATA[carótida]]></category>
		<category><![CDATA[estenose da carótida]]></category>
		<category><![CDATA[neurorradiologia intervencionista]]></category>
		<category><![CDATA[stent carotídeo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento endovascular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As artérias carótidas são responsáveis por conduzir o fluxo sanguíneo do coração até o cérebro, saindo do tórax e passando pelas laterais do pescoço. Diante dessa função essencial, o estreitamento dessas estruturas pode ser secundário a e é chamado de ateromatose carotídea tendo um potencial de desencadear complicações sérias, como um acidente vascular cerebral. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As artérias carótidas são responsáveis por conduzir o fluxo sanguíneo do coração até o cérebro, saindo do tórax e passando pelas laterais do pescoço.</p>



<p>Diante dessa função essencial, <strong>o estreitamento dessas estruturas </strong><strong>pode ser secundário a e</strong><strong> é chamado de ateromatose carotídea te</strong><strong>ndo um</strong><strong> potencial de desencadear complicações sérias</strong>, como um acidente vascular cerebral.</p>



<p>O bloqueio geralmente se dá por conta do acúmulo de placas de gordura e/ou de cálcio que, em determinado momento, impede que o sangue flua naturalmente, restringindo a irrigação e a oxigenação de vários tecidos. As placas ateromatosas também podem se desprender e ocluir artérias do cérebro ocasionando o AVC isquêmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As características diferenciais de um quadro de ateromatose carotídea</h2>



<p>Também chamada de estenose da carótida ou de doença aterosclerótica carotídea, a obstrução nessas artérias tem como fatores de risco a idade, o tabagismo, o diabetes sem o devido controle e a hipertensão arterial.</p>



<p>Vale destacar que nos estágios iniciais, quando o bloqueio ainda é limitado, não há sintomas notáveis. No entanto, <strong>não é raro que a primeira manifestação notada seja aquilo que os especialistas chamam de ataque isquêmico transitório (ou AIT</strong>).</p>



<p>Ele acontece quando um pequeno fragmento da placa acumulada na parede da artéria carótida se solta e &#8220;viaja&#8221; até alguma artéria do cérebro e interrompe a passagem de sangue, geralmente de modo temporário. Nessas horas, talvez seja possível perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fraqueza repentina em um braço ou perna de um lado do corpo.</li>



<li>Paralisia repentina em apenas uma lateral do corpo.</li>



<li>Perda de coordenação motora e capacidade de movimento.</li>



<li>Confusão.</li>



<li>Tontura ou dor de cabeça.</li>



<li>Sensação de desmaio.</li>



<li>Dormência ou perda de sensibilidade no rosto ou em um braço ou perna.</li>



<li>Perda de visão ou vista embaçada.</li>



<li>Fala enrolada.</li>
</ul>



<p>Em primeiro lugar, <strong>diante de alterações dessa natureza, a busca por ajuda médica especializada o quanto antes é indispensável.</strong> Não é raro que o ataque isquêmico transitório preceda uma isquemia cerebral, de tal forma que coloca em risco o paciente.</p>



<p id="leia">Estimativas apontam que a <a href="https://www.scielo.br/j/jvb/a/6TLtpSNYR7fwN8vhvB67pbc/?format=pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estenose carotídea pode ser responsável por 20% de todos esses episódios</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O processo de diagnóstico da ateromatose carotídea</h2>



<p>A identificação de eventuais obstruções das artérias carótidas depende geralmente de exames de imagens, feitos após a avaliação inicial do indivíduo admitido no consultório.</p>



<p>Com o intuito de dimensionar melhor o quadro, podem ser utilizados recursos não invasivos, como ressonâncias ou ultrassom com doppler, que permitem uma boa visualização da estrutura supostamente atingida.</p>



<p>Eventualmente, o profissional responsável pelo acompanhamento pode solicitar uma angiografia. Esse recurso depende da inserção de um cateter na artéria do pescoço e do uso de um contraste para checar os detalhes da obstrução.</p>



<p>Seja como for, <strong>com todas essas informações em mãos, é possível determinar a presença do bloqueio e, acima de tudo, qual a sua extensão</strong>.</p>



<p><strong>Bloqueios abaixo dos 50% podem ser apenas acompanhados com a devida supervisão</strong>, avaliando de tempo em tempo como a condição evolui. Em caso de sintomas, em <strong>bloqueios </strong><strong>acima</strong><strong> dos 50%, </strong><strong>o tratamento desobstrutivo pode ser considerado.</strong></p>



<p>A introdução de mudanças no estilo de vida e a utilização de medicamentos para reduzir a formação agregação de plaquetas, bem como estabilizar as placas de colesterol capazes de obstruir o fluxo sanguíneo, podem contribuir para estacionar a doença evitando a progressão das placas e sintomas neurológicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A opção de tratamento endovascular dessa patologia com o uso de <em>stents</em></h2>



<p>Pacientes com <strong>50% da artéria afetada e sintomas – ou assintomáticos e com estenose </strong><strong>maior </strong><strong>de 70% –,</strong> podem receber a indicação de cirurgia. Os riscos e benefícios de tais procedimentos devem ser considerados e discutidos com o médico.</p>



<p>Dentro das alternativas disponíveis, <strong>a abordagem endovascular é uma das mais utilizadas. Para isso, um </strong><em><strong>stent </strong></em><strong>carotídeo é utilizado</strong>. Ele é um tubo oco que cobre as paredes de um vaso sanguíneo, mas permite que o sangue flua no seu interior.</p>



<p>Ele é posicionado através de punção com agulha (na maioria dos casos, na virilha), com cateteres que guiam o dispositivo até o local desejado. Após a liberação do<em> stent </em>e ao final do procedimento, um balão é inflado para abrir a área de estenose.</p>



<p>Em paralelo, uma espécie de filtro é inserido para capturar qualquer placa que possa ser quebrada durante o procedimento, minimizando o risco de AVC. Entre outras possíveis intercorrências do procedimento estão a formação de coágulos ou bloqueios nas artérias e complicações no local da punção arterial.</p>



<p>Por conta disso, o <strong>médico pode orientar sobre a necessidade de repouso depois da intervenção</strong>, além de outras medidas de controle de qualquer incômodo relacionado ao ponto de inserção dos cateteres (como dor ou infecção) ou atenção a eventuais alterações cardiovasculares e neurológicas.</p>



<p>Assim sendo, <strong>o tratamento endovascular com </strong><em><strong>stents</strong></em><strong> é uma opção para quadros de ateromatose carotídea com boas perspectivas de prognóstico</strong>, sobretudo quando conduzidas mediante a avaliação correta feita por profissionais capacitados.</p>



<p>Para entender melhor essas e outras condições, convido você a acompanhar meu perfil<a href="https://www.instagram.com/dr.fabriciobuchdid/"><u> no Instagram</u></a> agora mesmo.</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p>Carotid Artery Stenting<br><a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2772283" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2772283</a></p>



<p>Carotid Artery Stenting<br><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK470541" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK470541</a></p>



<p>Carotid atherosclerotic disease: A systematic review of pathogenesis and management<br><a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9578307" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9578307</a></p>



<p>Doença aterosclerótica carotídea<br><a href="https://www.scielo.br/j/jvb/a/6TLtpSNYR7fwN8vhvB67pbc/?format=pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.scielo.br/j/jvb/a/6TLtpSNYR7fwN8vhvB67pbc/?format=pdf</a></p>



<p>Asymptomatic carotid artery stenosis: a summary of current state of evidence for revascularization and emerging high-risk features<br><a href="https://jnis.bmj.com/content/15/7/717.long" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jnis.bmj.com/content/15/7/717.long</a></p>



<p>Carotid Artery Stenosis<br><a href="https://www.radiologyinfo.org/en/info/carotidstenosis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.radiologyinfo.org/en/info/carotidstenosis</a></p>
<p>O post <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral/tratamento-da-ateromatose-carotidea/">A abordagem endovascular no tratamento da ateromatose carotídea</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutoneuron.com.br/tratamento-de-aneurisma-cerebral">Instituto Neuron</a>.</p>
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